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Campanha para prevenir acidentes de trabalho começa agora, em abril, e deve durar até dezembro.

O Ministério do Trabalho e Previdência anunciou nesta terça-feira (12) o início da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Canpat), promovida pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Embora a CANPAT aborde aspectos gerais de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, a cada ano a Campanha tem o propósito de provocar debates específicos. Assim, a CANPAT 2022 pretende aprofundar aspectos da Gestão de Riscos Ocupacionais, em consonância ao início de vigência, em janeiro deste ano, da nova Norma Regulamentadora n° 1 (Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais). O Programa de Gerenciamento de Riscos, comumente chamado de PGR, inaugura um novo marco na gestão de riscos ocupacionais.

Com a nova Norma, temos a expansão do atual rol de riscos a serem avaliados e positivados no PGR. Se antes apenas os riscos físicos, químicos e biológicos eram avaliados por meio do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), agora haverá a gestão de todos os riscos ocupacionais com o PGR.

Ao longo de todo ano, a CANPAT trará abordagens detalhadas para auxiliar trabalhadores, empregadores, seus representantes, profissionais que atuam na área de SST e toda sociedade, na compreensão e aplicação da NR-01.  

O tema foi escolhido para incentivar os trabalhadores de todas as áreas, sem restrições, para agirem preventivamente a fim de evitar os acidentes.

Sobre os acidentes de trabalho no país, a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e coordenadora Nacional do Programa Trabalho Seguro da Corte, Delaíde Miranda Arantes, pontua:

“Houve progressos na prevenção nas últimas décadas, mas ainda temos, no Brasil, números muito preocupantes de acidentes e doenças, mesmo que o conhecimento acumulado pelos especialistas indique que a maioria dos acidentes são previsíveis e, portanto, passíveis de prevenção.”

Acidente de trabalho no Brasil

O Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho divulgado em 2021, elaborado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), apontou que, entre os anos de 2002 a 2020, o país registrou taxa de 6 óbitos a cada 100 mil empregos formais.

No Brasil, entre 2012 e 2020, foram registrados 21.467 falecimentos em decorrência de acidentes de trabalho.

Com esses dados, no ano passado, o país ocupou a segunda colocação em mortalidade no trabalho, entre os países do G20, ficando atrás apenas do México.

Esses dados demonstram e validam a importância da Campanha Nacional, que ficará vigente até dezembro deste ano.

Se você ainda tem dúvidas sobre como realizar a prevenção de acidentes dentro de sua empresa, entre em contato conosco e saiba mais!

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Ao utilizar o eSocial, o Certificado Digital é exigido em duas situações distintas: na transmissão das informações e na assinatura dos documentos

Para uso no eSocial, aceita-se o Certificado Digital A1 (arquivo) ou A3 (hardware).
Na prática, ambos funcionam de forma parecida, mas a maneira de utilização de cada um deles é diferenciada.

O Certificado Digital A1 fica armazenado no próprio computador em que será utilizado e é um arquivo com a extensão PFX. 

O Certificado Digital A3 fica armazenado em um hardware, que nada mais é que um dispositivo portátil inviolável do tipo smart card ou token, e possuem um chip com capacidade de realizar a assinatura digital.

É importante saber que somente aquela máquina poderá ser usada para assinar os documentos digitalmente e fazer a transação no eSocial.

Caso a empresa já utilize o Certificado A1 para emitir notas fiscais eletrônicas, por exemplo, o mesmo documento pode ser usado para o eSocial.

A grande vantagem do Certificado do tipo A1 é a mobilidade, principalmente quando utilizado com um software 100% WEB. Uma vez inserido, ele permite que múltiplos interessados possam utilizar, mesmo remotamente distribuídos, com finalidade de assinatura e envio dos eventos do eSocial SST.

Quais as vantagens de utilizar um Certificado Digital?

  • Economia
  • Segurança dos dados
  • Otimização de Tempo e de espaço

Se você ainda tem dúvidas sobre como funciona o eSocial, entre em contato conosco e saiba mais!

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Ao longo das últimas semanas, países como Reino Unido, França, Espanha e Dinamarca decidiram que a covid-19 não será mais encarada com uma pandemia e começará a ser tratada como uma endemia em seus territórios.

Com isso, a doença provocada pelo coronavírus deixará de ser vista como uma emergência de saúde e muitas das restrições — uso de máscaras, proibição de aglomerações e exigência do passaporte vacinal — cairão por terra.

Embora anúncios do tipo fossem esperados, eles causaram muita confusão: em alguns casos, a endemia foi interpretada como o fim da covid — quando, na verdade, estamos muito longe disso (e é bem possível que essa doença nunca desapareça).

Mas, afinal, o que uma endemia significa na prática?

Uma palavra, múltiplas interpretações

Para começo de conversa, vale esclarecer que uma endemia não é necessariamente uma boa notícia.

Ela apenas significa que há uma quantidade esperada de casos e mortes relacionadas a uma determinada doença, de acordo com um local e uma época do ano específicas. E esses números nem aumentam, nem diminuem.

A infecção pelo herpes simples, por exemplo, que provoca feridas na boca e na região genital, é uma endemia. Estima-se que pelo menos dois terços da população mundial com mais de 50 anos já tiveram contato com esse vírus. Apesar de incômodo, esse quadro não está relacionado a grandes complicações ou risco de óbito.

Por outro lado, outras doenças bem mais sérias e mortais, como tuberculose, aids e malária, também são endêmicas. Só na malária, estima-se que cerca de 240 milhões de casos e 640 mil mortes aconteçam todos os anos, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A questão, portanto, tem a ver com a estabilidade nas estatísticas relacionadas com aquela enfermidade. Quando esses números fogem do controle, a situação evolui para uma epidemia (se o problema for localizado numa região) ou para uma pandemia (caso a crise se alastre por vários continentes).

Num evento do Fórum Econômico Mundial realizado no final de janeiro, representantes de várias instituições discutiram todos esses conceitos e debateram quando a covid-19 poderia ser realmente classificada como uma endemia.

Na visão do imunologista Anthony Fauci, líder da resposta à pandemia dos Estados Unidos, endemia significa “uma presença não disruptiva sem a possibilidade de eliminação [de uma doença]”.

De acordo com a avaliação do especialista, o coronavírus não será extinto e passará, aos poucos, a afetar os seres humanos de forma similar a outros agentes causadores do resfriado comum.

A hora e a vez da covid?

De um lado, os cientistas se mostram reticentes em já encarar a covid-19 como uma endemia, pela falta de parâmetros e de uma estabilidade nas notificações por um período mais prolongado.

Por outro, é inegável que o avanço da vacinação e os recordes de novas infecções impulsionadas pela ômicron nos últimos dois meses garantiram um alto nível de proteção, especialmente contra as formas mais graves da doença.

Até o momento, 53% da população mundial já recebeu ao menos duas doses da vacina.

Esse aprimoramento das defesas do organismo garante uma proteção contra as complicações da covid, relacionadas à hospitalização e morte, ao menos por alguns meses.

A covid chegou a ter uma taxa de letalidade de 1 a 2%. Atualmente, esse número está em 0,25%, segundo alguns registros nacionais e internacionais.

Essa taxa de 0,25% ainda é o dobro do que ocorre na gripe (que fica em 0,1%). Mesmo assim, houve uma diminuição de praticamente dez vezes na mortalidade por covid que era observada há poucos meses.

E isso, mais uma vez, tem a ver com a imunidade adquirida ao longo desse tempo.

Os vírus e nosso sistema de defesa fazem um verdadeiro cabo de guerra. Quando surge uma doença infecciosa nova, a corda pende com mais frequência para o patógeno, já que nossas células imunes não fazem a menor ideia de como combater a ameaça.

Com o passar do tempo — e a disponibilidade de vacinas seguras e efetivas — o jogo começa a virar, e o sistema imunológico “aprende” a lidar com o inimigo. Nessa situação, mesmo que o agente infeccioso consiga invadir o organismo, suas consequências tendem a ser menos preocupantes.

É justamente isso que parece estar acontecendo com a covid: dois anos e poucos meses depois dos primeiros casos, o número de indivíduos com algum nível de proteção é suficientemente alto para que não ocorra mais um aumento na demanda por leitos no mesmo patamar das outras ondas, em que o sistema de saúde chegou a entrar em colapso.

Resumindo, pelo observado até agora, a covid ainda não pode ser comparada com a gripe e está longe de ser um resfriado comum, mas parece caminhar para chegar mais próximo disso algum dia no futuro.

O que muda na prática?

Os países europeus que já classificam a covid-19 como uma endemia em seus territórios acabaram (ou acabarão em breve) com a maioria das restrições que marcaram os últimos 24 meses.

De forma geral, não haverá mais necessidade de uso de máscaras em locais fechados, não será preciso mostrar o comprovante de vacinação e as aglomerações estarão completamente liberadas.

É preciso empoderar e ensinar as pessoas, para que elas avaliem o risco de cada situação e tomem as medidas para proteger a si e a todos ao redor.

Um sujeito com sintomas de gripe ou covid, por exemplo, deve trabalhar de casa, se possível, para não colocar em risco os demais colegas. E, caso tenha que sair, ele pode usar máscara para, assim, evitar a transmissão do vírus para os contatos próximos.

Que fique claro: o alívio nas políticas restritivas não significa que elas foram inúteis ou não deveriam ter sido adotadas no passado. É consenso entre os especialistas que todas essas medidas salvaram muitas vidas num momento em que não existiam outros meios para barrar a infecção e suas complicações.

Hoje em dia, possuímos ferramentas testadas e aprovadas — vacinas e remédios — para lidar com a covid e torná-la menos ameaçadora para a grande maioria da população.

E, claro, caso surja uma nova variante agressiva e com capacidade de escapar da imunidade, será preciso instaurar novamente muitos desses cuidados preventivos que começam a ser abandonados em certas partes do mundo.

Além das questões relacionadas à prevenção, outra mudança significativa da endemia envolve a vigilância: a forma como os casos são detectados e notificados é bem diferente.

Durante uma pandemia ou uma epidemia, essa estratégia permite cortar as cadeias de transmissão do vírus na comunidade e evita que a situação cresça e gere uma bola de neve, que desemboca em um aumento massivo de hospitalizações e mortes.

Com a endemia, todo esse amplo programa de testagem, isolamento e rastreamento de contatos deixa de fazer sentido.

Por meio de uma nota de esclarecimentos, o Conass declarou que “o avanço da vacinação no Brasil, que hoje já alcança mais de 75% do público-alvo vacinado com as duas doses, é o primeiro passo para que o país caminhe para superar a pandemia da covid-19, porém, a introdução da variante ômicron mostrou a complexidade do enfrentamento do vírus e sua alta capacidade de mutações.”

Se você ainda tem dúvidas sobre como combater essa doença na sua empresa, entre em contato conosco e saiba mais!

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Janeiro já se encerra e essa ainda é uma dúvida que persiste entre os empreendedores, uma vez que o eSocial já estabeleceu novas exigências, como o envio de arquivos na extensão “xml”.

O eSocial faz parte de um projeto do Governo Federal para unificar em uma única plataforma as informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias das empresas.

Para isso, além de simplificar os processos, o eSocial serve para subsidiar a geração de guias de recolhimentos do FGTS e demais tributos, o que diminuirá erros nos cálculos que, hoje, ainda ocorrem na geração desses documentos.

Ou seja, esse novo sistema consiste apenas em uma nova forma de prestação de informação por parte das empresas, e não se confunde com qualquer tipo de regime tributário diferenciado.

Para isso, você não precisa se preocupar com download de softwares ou conversão de arquivos!

Nós possuímos os programas necessários e enviamos a documentação de forma correta, para evitar riscos ou multas.

A partir de janeiro deste ano, todas as empresas deverão enviar mensalmente, de forma digital, os Eventos de Saúde e Segurança do Trabalhador.

Com isso, aquela fiscalização que antes era presencial, passa a ser eletrônica e em tempo real.

Portanto, será preciso adaptar a atualização dos dados e o levantamento deles, para mantê-los sempre atualizados.

Se você ainda tem dúvidas sobre como funciona o eSocial, entre em contato conosco e saiba mais!

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Janeiro é escolhido como o mês que representa a importância do cuidado com a saúde mental, e leva o nome de janeiro branco.

É uma campanha criada e promovida por psicólogos com o propósito de convidar a população a discutir a importância do cuidado com a saúde mental em busca de mais felicidade e qualidade de vida. O mês de janeiro foi escolhido, pois representa, simbólica e culturalmente, um mês de renovação de esperanças e projetos na vida das pessoas. Muitas vezes, ao fim de cada ano, fazemos avaliações de como foi o ano que passou e de como queremos que o próximo seja, e a campanha propõe o debate e o planejamento de ações em prol de sua saúde mental. Com a campanha pretende-se difundir um conceito ampliado de saúde mental e saúde emocional, como um estado de equilíbrio.

Algumas atitudes podem ajudar nesse processo, como:

✅ priorizar diálogos com quem você ama;

✅ cuidar melhor da sua saúde;

✅ investir em autoconhecimento e identificar suas emoções;

✅ evitar excesso de telas e informações;

Quando você cuida da mente, você cuida bem da sua vida e da vida de seus colaboradores. Tem dúvidas de como fazer isso na sua empresa? Entre em contato conosco e saiba mais.

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eSocial: Mantenha sua empresa em dia.
  • 25 de novembro de 2021

Sua empresa já deve ter ouvido falar sobre o e-Social, não é mesmo?

Ele foi criado para integrar informações junto a diversos órgãos, como o INSS e o Ministério do Trabalho.

Por isso, é preciso ficar atento para os documentos apresentados, pois vão além da folha de pagamento.

Laudos como ciclo laboral do funcionário, exames periódicos, demissionais, PCMSO, PPP e demais documentos também deverão ser apresentados.

Quando as guias do eSocial não são pagas no prazo estipulado, há o acréscimo de multas e juros, afetando diretamente o valor a ser pago.

Além disso, o governo também pode levar a sua dívida a uma ação judicial, movendo o nome do empregador para a Dívida Ativa da União.

Por isso, é importante ficar atento ao pagamento de todas as Guias DAE e guardar todos os comprovantes, sejam eles físicos ou virtuais, para evitar ações trabalhistas.

As informações sobre a saúde do trabalhador (SST) no período de vínculo empregatício deverão constar no eSocial.

Isso inclui avaliações clínicas, exames complementares com respectivas datas e conclusões, condições ambientais de trabalho (Riscos), periculosidade e insalubridade.

As empresas têm obrigatoriedade de realizar o envio para se manterem regularizadas.

A terceira fase do e-Social engloba as folhas de pagamento, integrante dos chamados eventos periódicos. Nesse grupo estão os Microempreendedores Individuais (MEI), as micro e pequenas empresas (Simples Nacional), entidades sem fins lucrativos, dentre outros.

Para evitar problemas como multas ou atrasos perto da data limite de entrega, é fundamental ter um planejamento prévio, pois, o envio da 3 fase só é possível se os dados da 1 e 2 fase tiverem sido enviados corretamente.

O ideal é ter os cadastros realizados de forma correta, com a inserção de toda documentação, base de um processo de admissão correto e limpo, para que o envio seja feito com mais tranquilidade possível.

Se sua empresa ainda não está preparada para atender os eventos de SST do eSocial entre em contato agora com o nosso time.

Nós, do Grupo Fisioergo estamos presente em todo Brasil e temos as soluções que sua empresa precisa para ficar em dia.
Esteja atento às datas exigidas para os envios dos eventos do eSocial e evite multas para sua empresa.

Fonte:

https://www.instagram.com/p/CV5SLAgrfCB/

De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, tendo o câncer de pele não-melanoma como o primeiro da lista.

Em geral, acomete idosos a partir de 65 anos, correspondendo a 75% dos casos do mundo.
O câncer de próstata pode crescer rapidamente e se espalhar para outros órgãos, levando à morte.
No início, a doença é silenciosa e não apresenta muitos sintomas. Por isso, a prevenção é sempre o melhor caminho. Em caso de algum sinal ou já possuir 40 anos ou mais, consulte seu médico e faça seus exames regularmente.

O que aumenta o risco?

✅ As chances aumentam significativamente após os 50 anos;

✅ Casos na família (pai ou irmão com câncer antes dos 60 anos);

✅ Excesso de gordura corporal;

✅ Exposição a produtos químicos, como agrotóxicos, conservantes de madeira, produtos do petróleo, fuligem e etc.

Quais são os primeiros sinais?

✅ Dificuldade de urinar;

✅ Sentir necessidade de urinar mais vezes;

Em casos mais avançados:

✅ Dor óssea;

✅ Insuficiência renal;

✅ Infecção generalizada;


Se você tem dúvidas sobre o câncer de próstata e como se prevenir, conte com o Grupo Fisioergo, converse conosco. Estamos aqui por você!

Fonte:

https://www.instagram.com/p/CV5SLAgrfCB/

Você sabia que um a cada três casos de câncer de mama tem chances de cura se for descoberto logo no início? Falar sobre o tema ajuda a levar informação a mais pessoas, salvando vidas.

Só no Brasil, 66.280 novos casos são estimados de câncer de mama, ocupando o segundo lugar de câncer mais comum, ficando atrás apenas no câncer de pele. Os principais fatores de risco são:

✅Obesidade e sobrepeso após a menopausa;

✅Sedentarismo;

✅Consumo de bebida alcoólica;

✅Exposição frequente a radiações ionizantes, como raio X e tomografias

✅Primeira menstruação (menarca) antes dos 12 anos.

✅Não ter tido filhos.

✅Primeira gravidez após os 30 anos.

✅Não ter amamentado.

✅Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos.

✅Ter feito uso de contraceptivos orais (pílula anticoncepcional) por tempo prolongado.

✅E fatores hereditários, como histórico de câncer na família

Apesar de mais raro, os homens também podem desenvolver a doença.

e você tem dúvidas sobre o câncer de mama e como se prevenir, converse conosco!

Estamos aqui por você!

Fonte: https://www.instagram.com/p/CUfYsPLhREK/

Quando os colaboradores vencem o câncer de mama e retornam para as empresas, é motivo de grande comemoração para eles e para toda a equipe, mas também de readaptação.

Por isso, listamos 03 dicas de como proceder nesse momento:

✅ Preparar a equipe é importante, para que eles recebam o colega agindo adequadamente, antes, durante e após o tratamento;

✅ Deixar na mesa da colaboradora uma lembrancinha de boas-vindas pode surpreender positivamente. Da mesma forma, toda a equipe perceberá o quão valiosos eles são, aumentando a satisfação e sensação de pertencimento;

✅ Manter um clima positivo e tranquilo dentro da empresa deve fazer parte da cultura organizacional, fazendo a diferença na rotina diária da equipe. Assim, a funcionária que retornou se sentirá compreendida, valorizada e acolhida, segura para retomar a vida profissional.

Quando o colaborador está com câncer, ele tem direitos trabalhistas assegurados.

É importante que o RH esteja ciente deles, para oferecer, junto a toda equipe, o suporte necessário para esse momento.

✅ O colaborador diagnosticado com câncer tem direito garantido ao afastamento com auxílio-doença quando é funcionário inscrito no INSS ou quando precisar ficar afastado por mais de 15 dias.

✅ Para os trabalhadores CLT, a Lei dos 3 dias é muito importante. Ela visa o diagnóstico precoce, fornecendo, no período de 12 meses, 3 dias de ausência no trabalho para exames de detecção de câncer. Nos casos de câncer de mama, a mulher tem o direito da reconstrução da mama, pelo SUS ou pela rede privada.

✅ Para todos os casos, é importante que os exames trabalhistas também sejam feitos para assegurar todos os direitos do colaborador, assegurando que seu tratamento e retorno sejam o mais tranquilo possível.

Fonte: https://www.instagram.com/p/CVWC_daBGu1/

Maio Amarelo 2021
Maio Amarelo 2021
  • 25 de maio de 2021
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O movimento Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. O objetivo é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil com a intenção de se colocar em pauta o tema segurança viária e de mobilizar em torno dessa luta toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada. É um importante momento para se discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

O Maio Amarelo de 2021 seguirá o mesmo padrão do movimento realizado no ano passado, devido às restrições impostas pela situação de pandemia. Além de buscarmos evitar as mortes e lesões no trânsito, uma pandemia em si, os hospitais já se encontram demandados pelos enfermos da COVID e de outras doenças.

Os Estados, as prefeituras e suas Secretarias de Trânsito e Mobilidade, os DETRANs, DERs, Polícias e demais órgãos de fiscalização, bem como a imprensa, devem se empenhar no sentido de evitar a disseminação da pandemia do coronavírus, adotando ações digitais para evitar aglomerações e também ampliar o alcance das campanhas por meio das redes sociais. Para aquelas instituições que estão constantemente atuando nas vias, como a PRF, as Polícias Rodoviárias, entre outros, com seus Agentes de Trânsito e demais profissionais de campo espalhados por todo o Brasil, devem tomar todos os cuidados durante as abordagens, mas a mensagem de Paz deve ser transmitida, ainda que mantendo o distanciamento.

O Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), irá coordenar essas ações, em parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) no âmbito do Acordo de Cooperação, além de contar com o envolvimento dos demais órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) e demais interessados, que estão preocupados e empenhados em alertar, reforçar as campanhas educativas e as ações de fiscalização e sempre se engajam no movimento Maio Amarelo.

O Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN (Res. CONTRAN nº 806/2020), estabeleceu como mensagem a ser veiculada por todos os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito a seguinte “NO TRÂNSITO, SUA RESPONSABILIDADE SALVA VIDAS”. Durante o Maio Amarelo a orientação é trabalhar como tema a responsabilidade e o papel de cada um no trânsito.

Fonte: https://bityli.com/YDTts

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